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segunda-feira, 1 de setembro de 2014
UM CHAMADO PRA INFLUENCIAR
FUI CHAMADO POR DEUS PRA INFLUENCIAR ESSA GERAÇÃO, SOU UM AMANTE DA BIBLIA SAGRADA, DEUS TEM NOS DADO A GRAÇA, DE ATENDER DIVERSAS AGENDAS, O MEU AGENCIADOR SE CHAMA ESPIRITO SANTO, ESTOU A DISPOSIÇÃO, PRA ATENDER OS CONVITES DOS IRMÃOS.
segunda-feira, 23 de junho de 2014
quarta-feira, 18 de junho de 2014
7 Passos para Vencer o pecado
7 PASSOS PARA VENCER O PECADO
Quem aqui – mesmo sendo crente verdadeiro – não tem pelo menos uma fraqueza “daquelas” que chega até a tirar o seu sono em alguns momentos da vida? Creio que todos somos “contemplados” com uma – ou algumas – fraquezas. Mesmo que busquemos a Deus, as fraquezas estão sempre diante de nós. A Bíblia chama isso de guerra do espírito contra a carne (Gálatas 5.17). O próprio apóstolo Paulo passou por isso quando disse: “Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço.” (Romanos 7.19)
Mas será que existe alguma dica, algo que facilite nossa luta e vitória contra as tentações da carne e, consequentemente, nos ajude a vencer e agradar a Deus? É o que buscarei apresentar a você através de algumas dicas:
DICA 1: ADMITA VERDADEIRAMENTE SUA FRAQUEZA
Jesus declarou aos apóstolos: “A carne é fraca” (Mateus 26.41). Alguns não conseguem vencer as fraquezas da carne porque fingem que elas não existem, que elas não são fortes o suficientes para derrubá-los, até que caem derrubado por elas. Por um tempo passam a ficar mais “espertos”, mas logo ignoram novamente sua fraqueza e caem novamente. Jesus nos chamou a olharmos para a nossa realidade. Olhe para você mesmo e admita que a sua carne é fraca e que as tentações tem poder sim.
DICA 2: NÃO FAÇA DA FRAQUEZA DA SUA CARNE UM DESCULPA PARA PECAR
Alguns dizem que se a carne é fraca então não há como vencê-la. Essa é a forma negativa e incorreta de interpretar a orientação de Jesus. Jesus mandou constatarmos conscientemente a fraqueza da nossa carne a fim de sermos mais cuidados diante dela. Note que no texto de Mateus 26.41 Jesus não apenas diz que a carne é fraca, mas nos dá elementos que tornam a nossa vitória contra ela possível.
DICA 3: A VITÓRIA CONTRA AS TENTAÇÕES É UMA PARCERIA ENTRE DEUS E VOCÊ
Aqueles que acham que poderão vencer as tentações por milagre erram tanto quanto aqueles que acham que as vencerão apenas pelas suas próprias forças. Jesus disse: “Vigiai e orai, para que não entreis em tentação” (Mateus 26.41). Observe que “vigiai” pressupõe uma atitude nossa, a nossa parte. “Orai” pressupõe algo que confiamos ao poder de Deus, a parte de Deus. Isso é uma parceria que, se levada a sério, funciona perfeitamente contra as tentações. Foi a parceria vista na vida de Jesus Cristo.
DICA 4: FAÇA SUA PARTE
Não adianta nada orar e confiar que Deus nos ajudará se nós também não fizermos a nossa parte nessa parceria. Somos seres racionais, precisamos avaliar cuidadosamente as possibilidades e porquês. Por que pecamos? Por que caímos sempre no mesmo pecado? Por que estamos tão fracos? Gostamos desse pecado? A ideia que Jesus ensina com o “vigiai” é de um guarda vigilante, totalmente atento ao que está acontecendo. Isso é vigiar.
DICA 5: SERÁ QUE DEUS FARÁ A PARTE DELE?
Pode até parecer que essa pergunta é absurda, mas muitas pessoas desconfiam se Deus realmente está agindo a favor delas. Aqui precisamos exercer a fé e as práticas espirituais. Jesus mandou orarmos. Isso pressupõe fé e relacionamento com o Deus que age nos ajudando. A palavra nos revela com detalhes a ação de Deus frente a tentações: “Não vos sobreveio tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar.” (1 Coríntios 10.13). Observe que Deus limita a força e o poder das tentações adequando-os ao que podemos suportar e vencer e, além disso, nos ajuda.
DICA 6: DÊ O PRIMEIRO PASSO
Muitas pessoas estão muito machucadas por causa das guerras que vêm travando com suas tentações há muitos anos. Algumas chegam até a desistir. Porém, Deus nos chama a sermos santos. E isso significa que devemos levantar a cabeça e nos levantar contra qualquer coisa que fira nossa santidade. Dê o primeiro passo. Vença sua fraqueza hoje, depois a vença amanhã e depois de amanhã também, e assim por diante. Um dia de cada vez, uma batalha de cada vez. Dê o primeiro passo, comece a vigiar e a orar mais. Tome atitudes concretas diante da tentação que te aflige como se você fosse um soldado diante de um inimigo que quer te machucar e tirar sua vida.
DICA 7: NÃO DESISTA SE PERDER UMA BATALHA
A maioria das pessoas têm recaídas diante de suas fraquezas. Talvez por descuido ou por outro motivo. Se acontecer de você cair diante de uma batalha, não hesite em comparecer perante Deus e buscar o perdão Dele (1 João 1.9). Deus está vendo seu empenho, Ele sabe como tem se esforçado nessa guerra. Peça perdão, levante a cabeça e entre novamente na guerra, mas agora mais revigorado e mais experiente para não mais cair nas mesmas artimanhas do inimigo.
Quem aqui – mesmo sendo crente verdadeiro – não tem pelo menos uma fraqueza “daquelas” que chega até a tirar o seu sono em alguns momentos da vida? Creio que todos somos “contemplados” com uma – ou algumas – fraquezas. Mesmo que busquemos a Deus, as fraquezas estão sempre diante de nós. A Bíblia chama isso de guerra do espírito contra a carne (Gálatas 5.17). O próprio apóstolo Paulo passou por isso quando disse: “Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço.” (Romanos 7.19)
Mas será que existe alguma dica, algo que facilite nossa luta e vitória contra as tentações da carne e, consequentemente, nos ajude a vencer e agradar a Deus? É o que buscarei apresentar a você através de algumas dicas:
DICA 1: ADMITA VERDADEIRAMENTE SUA FRAQUEZA
Jesus declarou aos apóstolos: “A carne é fraca” (Mateus 26.41). Alguns não conseguem vencer as fraquezas da carne porque fingem que elas não existem, que elas não são fortes o suficientes para derrubá-los, até que caem derrubado por elas. Por um tempo passam a ficar mais “espertos”, mas logo ignoram novamente sua fraqueza e caem novamente. Jesus nos chamou a olharmos para a nossa realidade. Olhe para você mesmo e admita que a sua carne é fraca e que as tentações tem poder sim.
Alguns dizem que se a carne é fraca então não há como vencê-la. Essa é a forma negativa e incorreta de interpretar a orientação de Jesus. Jesus mandou constatarmos conscientemente a fraqueza da nossa carne a fim de sermos mais cuidados diante dela. Note que no texto de Mateus 26.41 Jesus não apenas diz que a carne é fraca, mas nos dá elementos que tornam a nossa vitória contra ela possível.
DICA 3: A VITÓRIA CONTRA AS TENTAÇÕES É UMA PARCERIA ENTRE DEUS E VOCÊ
Aqueles que acham que poderão vencer as tentações por milagre erram tanto quanto aqueles que acham que as vencerão apenas pelas suas próprias forças. Jesus disse: “Vigiai e orai, para que não entreis em tentação” (Mateus 26.41). Observe que “vigiai” pressupõe uma atitude nossa, a nossa parte. “Orai” pressupõe algo que confiamos ao poder de Deus, a parte de Deus. Isso é uma parceria que, se levada a sério, funciona perfeitamente contra as tentações. Foi a parceria vista na vida de Jesus Cristo.
DICA 4: FAÇA SUA PARTE
Não adianta nada orar e confiar que Deus nos ajudará se nós também não fizermos a nossa parte nessa parceria. Somos seres racionais, precisamos avaliar cuidadosamente as possibilidades e porquês. Por que pecamos? Por que caímos sempre no mesmo pecado? Por que estamos tão fracos? Gostamos desse pecado? A ideia que Jesus ensina com o “vigiai” é de um guarda vigilante, totalmente atento ao que está acontecendo. Isso é vigiar.
DICA 5: SERÁ QUE DEUS FARÁ A PARTE DELE?
Pode até parecer que essa pergunta é absurda, mas muitas pessoas desconfiam se Deus realmente está agindo a favor delas. Aqui precisamos exercer a fé e as práticas espirituais. Jesus mandou orarmos. Isso pressupõe fé e relacionamento com o Deus que age nos ajudando. A palavra nos revela com detalhes a ação de Deus frente a tentações: “Não vos sobreveio tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar.” (1 Coríntios 10.13). Observe que Deus limita a força e o poder das tentações adequando-os ao que podemos suportar e vencer e, além disso, nos ajuda.
DICA 6: DÊ O PRIMEIRO PASSO
Muitas pessoas estão muito machucadas por causa das guerras que vêm travando com suas tentações há muitos anos. Algumas chegam até a desistir. Porém, Deus nos chama a sermos santos. E isso significa que devemos levantar a cabeça e nos levantar contra qualquer coisa que fira nossa santidade. Dê o primeiro passo. Vença sua fraqueza hoje, depois a vença amanhã e depois de amanhã também, e assim por diante. Um dia de cada vez, uma batalha de cada vez. Dê o primeiro passo, comece a vigiar e a orar mais. Tome atitudes concretas diante da tentação que te aflige como se você fosse um soldado diante de um inimigo que quer te machucar e tirar sua vida.
DICA 7: NÃO DESISTA SE PERDER UMA BATALHA
A maioria das pessoas têm recaídas diante de suas fraquezas. Talvez por descuido ou por outro motivo. Se acontecer de você cair diante de uma batalha, não hesite em comparecer perante Deus e buscar o perdão Dele (1 João 1.9). Deus está vendo seu empenho, Ele sabe como tem se esforçado nessa guerra. Peça perdão, levante a cabeça e entre novamente na guerra, mas agora mais revigorado e mais experiente para não mais cair nas mesmas artimanhas do inimigo.
terça-feira, 17 de junho de 2014
O DEUS CRIADOR DOS CEUS E DA TERRA
O MUNDO E CRIAÇÃO DE DEUS, O PODER DELE E ALGO INEXPLICAVEL, ADORE COM EXCLUSIVIDADE AO DEUS DO CEUS, POIS ELE E UNICO, E QUE PODE SALVAR O HOMEM DO INFERNO.
TODOS OS DIAS FAÇA UM CLAMOR PELA NAÇÃO BRASILEIRA, O QUE FOR LIGADO AQUI NA TERRA SERA LIGADO NO CEU.
A IGREJA DE JESUS NA TERRA VEM ENFRENTANDO TEMPOS DIFÍCEIS, PRINCIPALMENTE AQUI NO BRASIL, OS AUTORIDADES POLITICOS DO NOSSO PAÍS TEM APROVADO LEIS, QUE TEM FERIDO OS PRINCÍPIOS ESTABELECIDO POR DEUS NA SUA PALAVRA. OS VALORES ESTÃO TODOS INVERTIDOS, O QUE E MENTIRA TEM SIDO CONSIDERADO VERDADE, A VERDADE TEM SIDO DESPREZADA, MAIS EM MEIO A MULTIDÕES QUE SE CORROMPE SEMPRE EXISTE OS PRESERVADOS POR DEUS. A BIBLIA NOS ENSINA A ORAR PELA PAZ DA NOSSA CIDADE, E DO NOSSO PAÍS: JR 29.7
A BIBLIA NOS ENSINA A ORAR, FAZER SUPLICAS, E INTERCESSÕES POR TODOS OS HOMENS, E TAMBÉM POR TODOS OS AUTORIDADES DO NOSSO PAÍS: 1 TM 2.1-2
A BIBLIA NOS ENSINA A ORAR, FAZER SUPLICAS, E INTERCESSÕES POR TODOS OS HOMENS, E TAMBÉM POR TODOS OS AUTORIDADES DO NOSSO PAÍS: 1 TM 2.1-2
CAMPANHA VAU JABOQUE NA AD TAQUARALTO IGREJA QUE CONGREGO
ESSE EVENTO CONCERTEZA FICARA MARCADO NA VIDA DE MUITAS PESSOAS, JACO AO SE LEVANTAR, E TER ATRAVESSADO O VAU DE JABOQUE ELE TEVE UM ENCONTRO COM DEUS, E DEPOIS DESSE ENCONTRO ELE PASSOU A ANDAR DE MANEIRA DIFERENTE, A SUA VIDA NUNCA MAIS FOI A MESMA, DEUS VAI MUDAR A VIDA DE MUITA GENTE, NESSE EVENTO.
quinta-feira, 22 de maio de 2014
UMA GERAÇÃO SANTA.
Santidade significa: separação total a Deus, dedicação total a Deus, vem de sagrado, consagrado. Sem um coração santo não se pode viver em santidade.
Santidade é o clamor do coração de Deus para o seu povo desde a Antigüidade até os dias de hoje.
Sede santos, porque sou santo!(I Pe1.16)
Deus deseja uma geração que seja exclusiva para si, separada para si, consagrada para si. E esse anseio do coração de Deus se revela em toda Bíblia. É um cuidado da parte de Deus com os seus escolhidos.
Não há como falar em Santidade, separação, consagração, dedicação, obediência e fidelidade, sem falar de Daniel e seus amigos (Sadraque, Mesaque e Abede-nego). Daniel é um exemplo forte e sua história se apresenta como uma das mais lindas no que diz respeito à dedicação a Deus.
A Santidade, por nos aproximar de Deus, por ser agradável a Deus e totalmente desagradável ao inferno, abre portas para a manifestação poderosa de Deus.
Os milagres acontecem, os livramentos deixam os inimigos perplexos. Tudo isso, porque a Santidade nos aproxima de Deus e o desejo do nosso coração se alinha ao desejo do coração de Deus que se realiza plenamente em nossas vidas e através das nossas vidas.
Quem já experimentou a graça da santificação não precisa fazer esforço em praticar o bem e a justiça. É tão lógico como a figueira dar figos e a videira, uvas.
O homem santificado opõe-se a todo pecado; anda nos estatutos do Senhor e guarda os seus juízos e os observa.
Um homem com coração puro vê pureza em tudo; o de coração impuro vê impureza em tudo e interpreta com malícia qualquer coisa.
Não basta falar de santidade. Precisa vivê-la. Esse é o testemunho.
Na Bíblia a palavra santo e santidade ocorrem mais de 600 vezes, quase sempre se referindo ao caráter do homem e atributo de Deus.
A verdade não pode ser adulterada ou deturpada. A mente carnal combate sistematicamente a santidade. O coração do homem carnal não admite a lei de Deus, a verdade, porque restringe suas tendências impuras.
Sem a santidade, ninguém verá o Senhor, isto é, não entrará no Reino de Deus. A santidade não pode ser protelada para se buscar nos momentos de agonia, de sofrimentos, na vida.
Quem não se preparar e tiver vida santa na terra, não terá santidade na Eternidade. A santidade é requerida na vida presente.
Todo aquele que crê em Deus Santo deve buscar ser santo. Ser santo não é sugestão, mas imperativo para todo aquele que se tornou filho de Deus.
A santidade é uma qualidade moral de pureza do espírito, alma e corpo. O cristão é, portanto, um elemento raro no mundo corrompido, pois tem a qualidade de santidade cujo grau e intensidade vai gradualmente crescendo, mas, na essência, já tem todos os atributos divinos.
Deus é 100% santo e essa qualidade de ser santo, puro, isento de mistura da velha natureza, humana e adâmica, deve fazer parte da vida do cristão.
Um cristão autêntico tem em seu coração o amor, fé, paz, mansidão, sinceridade, bondade, honestidade e esses traços de caráter vão sendo confirmados, ampliados, amadurecidos e desenvolvidos.
Pureza é a ausência do pecado; assim como a saúde é a ausência da doença.
Esvaziando-se dos pecados, imediatamente o cristão deve ser cheio de santidade de Deus, e essa plenitude de pureza deve ser o estado permanente de cada um que segue a Jesus Cristo.
Descarte qualquer tentativa de desejar ver a Deus, guardando em seu coração iniqüidades e impurezas.
Natureza da Santificação:
Quando se diz "Santo", devemos considerar os seguintes sentidos:
1 SEPARAÇÃO do terreno, do humano, ou do mundo para Deus. A pessoa ou algum objeto Santo, então, é considerado separado para uso santo no serviço do Senhor.
2 DEDICAÇÃO que é requerida para culto de adoração a Deus. Uma pessoa ou um objeto Dedicado é santo, pois passou a ser propriedade exclusiva do Senhor.
3 CONSAGRADO um homem é consagrado a Deus, no sentido de viver de modo justo (isto é, justificado pelo sangue de Jesus derramado na cruz).
4 SANTO (PURO) "mas como é Santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver" (I Pe 1.15).
Assim, a santificação inclui a remoção de qualquer mancha ou sujeira que seja contrária à santidade da natureza divina.
quarta-feira, 26 de março de 2014
CAMPANHA O CLAMOR QUE DERRUBA MURALHAS
ESSA CAMPANHA ESTA ACONTECENDO NA ASSEMBLEIA DE DEUS DE TAQUARALTO IGREJA QUE CONGREGO, ESSES DIAS CONCERTEZA SERÃO DIAS MARCANTES NA VIDA DE MUITAS PESSOAS, PARTICIPE CONOSCO..
quinta-feira, 13 de março de 2014
DAVI O HOMEM SEGUNDO O CORAÇÃO DE DEUS
Muitos personagens bíblicos são referenciais para nossas vidas, por nos deixarem exemplos de fé, coragem, obediência, paciência, etc. Mas, só um foi considerado pelo próprio Deus “O homem segundo o meu coração” (I Sm 13.14): Davi, o maior rei de Israel.
Quem foi Davi? Um homem perfeito, sobrenatural, isento de pecados? Não! Davi era semelhante a qualquer um de nós, porém, aprendeu que a melhor maneira de alcançar o coração de Deus é o caminho da adoração, da humildade, da sinceridade e do arrependimento.
I – QUEM ERA DAVI?
Davi era um jovem comum à sua época:
- Descrição física: Não possuía uma aparência exuberante (I Sm 16.12).
- Sua Ocupação: Pastorear as ovelhas de seu pai. (I Sm 16.11).
- Sua Origem: Vivia num povoado pequeno, em Belém (I Sm 16.1).
- Suas Habilidades: Davi foi um excelente músico (I Sm 16.18).
II – QUAIS OS ASPECTOS DO CARÁTER DE DAVI?
Davi é um dos principais personagens da Bíblia. Sua história é registrada em mais de sessenta capítulos da Bíblia; cerca de 60 referências são feitas a ele no Novo Testamento, além de figurar na genealogia do Senhor Jesus; até hoje é lembrado como o maior rei de Israel e, por duas vezes na Bíblia é chamado de “homem segundo o coração de Deus” (I Sm 13.14; At 13.22). Por que tanta honra a um homem que,apesar de notável, teve sua vida pontuada por graves pecados?
1. Davi era um homem cujo coração era inclinado ao Senhor: Davi era um homem espiritual, cuja vida estava em harmonia com os anseios de Deus (I Sm 17.36).
2. Davi era um homem humilde: Além de conhecer suas limitações (Sl 131; 40.12,17), Davi aprendeu a atribuir as suas vitórias a Deus (I Sm 17.37; Sl 34.4-7; 40.5-10; 124).
3. Davi era um homem sincero: Apesar de ser chamado pelo próprio Deus “O homem segundo o meu coração” (I Sm 13.14), Davi não era um homem infalível. Cometeu dois graves pecados: adultério e cumplicidade na morte de Urias (II Sm 11.1-22). Mas, quando repreendido pelo Senhor, através do profeta Natã, Davi confessa e arrepende-se de seus pecados (II Sm 12.13; Sl 51).
Os aspectos do caráter de Davi podem ser visto em sua vida, mesmo depois que foi ungido rei de Israel:
1. Não deixou de lado sua vida de adoração, manteve sua devoção diária ao Senhor, seu “culto doméstico” nos campos de Belém, sendo assim citado por um servo de Saul como o músico que poderia acalmar o espírito perturbado do rei (I Sm 16.14-18).
2. Continuou com suas tarefas de pastor, mesmo sendo o ungido do Senhor (I Sm 16.19). Que belo exemplo a ser seguido por nós, o exemplo de um pastor que se portava como um rei, porque um dia seria rei com virtudes de um pastor.
3. Mesmo sendo promovido a músico do rei, continuava submisso ao seu pai, e de seu rebanho cuidava com fidelidade (I Sm 17.15).
4. Ele respeitava Saul, a quem substituiría, porque tinha consciência da vontade soberana de Deus em sua vida, e do controle que Ele exerce sobre todas as coisas (I Sm 17.58; 18.5; 19.1-7).
III – DAVI, EXEMPLO DE UM ADORADOR
Ao estudarmos a biografia deste servo de Deus, observamos que Davi não foi apenas um pastor que se tornou em um guerreiro, e, posteriormente, no rei de Israel. Ele foi também um grande músico: compôs mais de 70 salmos, tocava muito bem a sua harpa e demonstrou habilidade na organização do cântico ao assumir o reino de Israel. Vejamos porque ele é um exemplo de adorador:
1. Davi foi conhecido como músico: Quando Saul estava sendo atormentado por um espírito mau, ele disse: “Buscai-me, pois, um homem que toque bem, e trazei-mo”. Um dos seus servos lhe respondeu: “…tenho visto um filho de Jessé, que sabe tocar …” (I Sm 16.17,18). Esta expressão revela que o servo do rei conhecia a Davi, não apenas como um pastor de ovelhas, mas também como músico.
2. Davi foi obediente quando convidado para tocar a sua harpa diante do rei: Como ele já havia sido ungido rei de Israel, poderia negar-se a ser músico do rei. No entanto, ele não era apenas um músico, ele era um músico obediente: veio, trouxe presentes a Saul (I Sm 16.20) e tocou a sua harpa diante dele (I Sm 16.23).
3. Quando Davi dedilhava a sua harpa, o espírito mau se retirava de Saul: Qual será a razão pela qual aquele espírito mau se retirava? Com certeza, as músicas que Davi tocava, e com certeza, cantava, não eram músicas mundanas e superficiais, atendendo aos caprichos e gostos humanos. Eram músicas sacras e inspiradas por Deus. Muitas estão a nosso dispor, no livro dos Salmos.
IV- DAVI, UM HOMEM QUE APRENDEU A LIDAR COM OS SENTIMENTOS HUMANOS
Como qualquer homem, Davi enfrentou momentos de crises, tais como: ódio, desejo de vingança etc. Os capítulos 24, 25 e 26 de I Samuel nos revelam fatos dignos de serem mencionados, quando estudamos sobre a vida de Davi. Eles nos oferecem lições importantes para aqueles que desejam melhorar em seu relacionamento com Deus e, conseqüentemente, com seu próximo.
1. Lidando com a vingança (I Sm 24.1-22): Davi teve a chance de matar Saul. Ele estava com seus homens nas cavernas de En-Gedi (fonte dos cabritos), quando Saul, vindo cansado de uma batalha, entrou na caverna onde Davi estava escondido com seus homens. Seria a oportunidade de por fim àquela perseguição? Foi o que seus guerreiros lhe disseram (v.4), mas não foi o que fez Davi. Ele deu a Saul provas de sua fidelidade, cortando apenas a orla de seu manto, mas preservando sua vida (vv.4-11). Davi tinha confiança em Deus, e não se deixou vencer pela tentação da vingança (Rm 12.18-21), além de ensinar essa lição para seus liderados (v.7).
2. Lidando com a ira (I Sm 25.2-13): A indiferença e a grosseria de Nabal fez com que Davi perdesse, por um período de tempo, a paciência que tanto lhe era peculiar. Isto nos ensina a termos cuidado com os sentimentos negativos que surgem em nossos corações, para não os alimentarmos. O mesmo Davi que se porta pacientemente com Saul, que sabe esperar no Senhor, que se recusa a ferir o ungido do Senhor, agora explode em raiva, perde o controle. Devemos ter cuidado (Pv 29.11).
3. Lidando com a misericórdia (I Sm 25.18-35): Davi foi abordado por Abigail, que com sabedoria o convenceu a não levar adiante seu plano de vingança. Davi por sua vez, foi humilde ao aceitar conselhos de uma mulher que jamais havia visto, uma desconhecida até então. Mas, o coração de um homem segundo o coração de Deus é inclinado ao perdão, à tolerância, e não sente dificuldade em voltar atrás em decisões que não agradam a Deus.
4. Lidando com a longanimidade (I Sm 26.1-25): Era a segunda vez que Davi tinha a oportunidade de matar Saul, mas, outra vez, poupou a sua vida. Davi nos ensina que não é difícil ser vingativo, maldoso e carnal. O grande desafio é ser longânimo, é perdoar, é produzir o Fruto do Espírito, pois as obras da carne surgem sem que precisemos plantá-las (Mc 7.21).
DANIEL SERVO DO DEUS ALTISSIMO
Daniel era adolescente quando Nabucodonosor invadiu a sua terra natal e o levou para a Babilônia. Esse era só o começo do cativeiro babilônico e da devastação da nação judaica. Esse era só o começo do cativeiro babilônico e da devastação da nação judaica. Na Babilônia, pela providência de Deus, Daniel rapidamente ganhou fama e poder por causa de sua conduta impecável e de sua sabedoria (veja Ezequiel 14:14, 20; 28:3). Ele recebeu das autoridades babilônicas cargos de responsabilidade durante os 70 anos de domínio da nação, tendo recebido cargos também dos persas, que se seguiram aos babilônios.
Daniel sabia de que forma funcionavam os reinados da terra, e como eram frágeis e passageiros. O próprio Israel, sua nação, já tinha sido importante e próspera sob o domínio de Davi e de Salomão. Agora achava-se em ruínas. Ao longo da vida de Daniel, caiu a Assíria, levantou-se a Babilônia e depois veio também a cair. Então, parece adequado que Deus o tenha escolhido para profetizar com respeito ao "reino que não será jamais destruído" (Daniel 2:44).
Daniel relata dois sonhos importantes pertinentes ao reino de Deus. O primeiro foi o sonho de Nabucodonosor durante o segundo ano de seu reinado (Daniel 2). O segundo foi o sonho de Daniel noprimeiro ano do reinado de Belsazar (cerca de 60 anos após o sonho de Nabucodonosor).
No sonho de Nabucodonosor, ele tinha visto uma grande figura com cabeça de ouro, peito e braços de bronze e pernas de ferro e barro. Depois que os sábios do reino já não conseguiam contar o sonho do rei e interpretá-lo, Daniel, pela revelação divina, assim fez.
A cabeça de ouro representava o Império Babilônico (606-536 a.C., ). A parte de prata representava o reino seguinte à Babilônia, o Império Medo-Persa (536-330 a.C.) S um reino inferior à Babilônia. A parte de bronze representava o reino seguinte, o qual reinaria sobre toda a terra S o Império Grego (330-146 a.C.). O quarto reino era o Império Romano (146 a.C.-476 d.C.). Seria nos dias desses reis, os romanos, que o Deus do céu estabeleceria um reino que jamais haveria de ser destruído (Daniel 2:44).
No sonho de Daniel, uns 60 anos mais tarde, ele viu quatro feras que se levantavam do mar. Uma como um leão, outra como um urso, outra como um leopardo e a quarta com dez chifres, descrita como "animal, terrível, espantoso e sobremodo forte". Essas feras representavam as mesmas quatropotências mundiais representadas pela imagem que Nabucodonosor viu (Daniel 7:15-27), sendo a quarta o Império Romano que foi por fim dividido, conforme a representação dos dez chifres. Depois Daniel vê "um como o Filho do Homem", que "dirigiu-se ao Ancião de dias" para receber "domínio, e glória, e o reino, para que os povos, nações, e homens de todas as línguas o servissem; o seu domínio é domínio eterno, que não passará, e o seu reino jamais será destruído" (Daniel 7:13-14).
Jesus nasceu no reinado do imperador romano César Augusto (Lucas 2:1). Após ser crucificado pelas autoridades romanas e após ressurgir dos mortos, imediatamente antes de subir ao céu, ele afirmou que toda autoridade lhe tinha sido dada no céu e na terra (Mateus 28:18). O escritor de Hebreus declara que, como cristãos, recebemos um reino que não pode ser abalado nem mudado (Hebreus 12:28). Paulo afirma que os que receberam a redenção e o perdão em Cristo foram transportados "para o reino do Filho do seu amor" (Colossenses 1:13-14).
Não resta dúvida sobre quando se estabeleceu o reino da profecia de Daniel. Foi quando Jesus ressurgiu dos mortos, subiu ao céu e sentou-se à direita do Pai, sendo feito assim Cristo e Senhor (Atos 2:30-36). O que se viu e ouviu no Dia de Pentecostes deram provas de que isso realmente aconteceu (Atos 2:33). Como disse Pedro, Cristo estava assentado à direita de Deus, tendo recebido "domínio, e glória, e o reino". Embora Pedro afirme que Jesus ressuscitou de entre os mortos para subir até a direita de Deus e se sentar no trono de Davi (recebendo, assim, um reino), Paulo diz que ele ressurgiu para subir até a direita de Deus para ser o cabeça da igreja e de todas as coisas: "O qual exerceu ele em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos e fazendo-o sentar à sua direita nos lugares celestiais, acima de todo principado, e potestade, e poder, e domínio, e de todo nome que se possa referir não só no presente século, mas também no vindouro. E pôs todas as cousas debaixo dos pés e, para ser o cabeça sobre todas as cousas, o deu à Igreja, a qual é o seu corpo, a plenitude daquele que a tudo enche em todas as cousas" (Efésios 1:20-23).
Assim, o Deus do céu de fato estabeleceu seu reino nos dias do quarto reino S exatamente como Daniel o predisse. Esse reino (pedra cortada sem auxílio de mãos) encheu toda a terra (veja Colossenses 1:23 ) e ainda permanece S muito depois de "o vento os levou [as quatro potências mundiais] e deles não se viram mais vestígios" (Daniel 2:35).
Como Daniel sabia que tudo isso ia acontecer? Deixe que ele fale por si mesmo: "Mas há um Deus no céu, o qual revela mistérios" (Daniel 2:28). Na verdade, Daniel era o profeta de Deus que tratou do reino
JOSE O SONHADOR
Às vezes Deus de fato conduz seus filhos ao sofrimento. Mas isso sempre acontece para que, por meio do sofrimento, ele possa produzir um bem maior" (Lawrence Richards, Comentário Bíblico do Professor)."
A história de José é uma peça fundamental na saga dos patriarcas. Abraão é apresentado na Bíblia como um exemplo de fé. A história de Isaque, seu filho, revela o caráter provedor de Deus. Jacó, neto de Abraão, demonstra como Deus faz suas escolhas, baseado apenas na sua própria misericórdia, e não no mérito humano.
Na história de José, somos conduzidos a um elemento fundamental, através do qual Deus levou adiante as promessas da aliança: a FIDELIDADE. José é um dos maiores exemplos de fidelidade, no Antigo Testamento. Além, é claro, da tão visível fidelidade de Deus.
Visão panorâmica da história de José
José, cujo nome provavelmente significa "que Deus acrescente", era o décimo primeiro filho do patriarca Jacó. Seu nome reflete o papel de sua vida na nação de Israel: ele foi o agente de Deus na preservação e na prosperidade de seu povo no Egito, durante o período de fome na terra de Canaã. Essa prosperidade levou os hebreus à condição de nação, 400 anos mais tarde, no Êxodo. Vejamos um esboço da biografia desse irrepreensível servo de Deus:
José, cujo nome provavelmente significa "que Deus acrescente", era o décimo primeiro filho do patriarca Jacó. Seu nome reflete o papel de sua vida na nação de Israel: ele foi o agente de Deus na preservação e na prosperidade de seu povo no Egito, durante o período de fome na terra de Canaã. Essa prosperidade levou os hebreus à condição de nação, 400 anos mais tarde, no Êxodo. Vejamos um esboço da biografia desse irrepreensível servo de Deus:
Lições sobre a vida de José
A história de José é muito mais que o simples retrato de um homem de grande caráter e de fé admirável. É também um marco decisivo na história do povo escolhido de Deus e um modelo de conduta para todos quantos desejam sinceramente ser fiéis ao Senhor.
1. Deus faz o bem, por meio de tragédias e sofrimentos.
a) José foi vendido como escravo; Deus o abençoou e ele foi promovido a um cargo de confiança, na casa de um importante oficial do faraó e capitão da guarda.
b) José foi falsamente acusado de estupro; Deus o abençoou e ele conheceu pessoas muito influentes na prisão.
c) O Egito foi afligido por sete anos de seca; Deus utilizou esse tempo para confirmar a habilidade que José tinha para lidar com dificuldades.
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